Graciliano à moda poética
Sobre o infinito esverdeado quero lhes relatar
um pequeno estado plantando cana de açúcar.
Produzindo cachaça para o mundo e para Dona Branca
cachaçaria peculiar no centro da boemia alagoana.
Maceió de meu Deus que nos segure,
abacaxi com hortelã abrindo a noite
capim santo pra acalmar os animo,
tutti-fruti pro garçom cor de rosa
e nossa preferida que me foge o nome, aquele abraço!
Samba Samba minha gente, é MADUREIRA!
Madureira é onde a gente quer que ele seja
Declaramos o "retalho de cetim", cantando "Tá escrito"
Mas como no nordeste tudo acontece... um bom Frevo
no GUNGA dançamos, chovia forte em nossas testas
mas com festa agradecemos a cobertura e o microfone.
Baiano é diferente, corre água do mar nas veia
salgado o banheiro exalava seu "pequeno cheiro de peixe"
Não carece trocar o lixo, ou lavar o chão,
pois a cueca é rede marítima e nela peixão já nada.
Que durou quase fevereiro é verdade
e até aniversário do cumpade celebramos
30 anos não são 30 dias, e nasceu o sol em dias lindos,
anunciando o fim do verão com chuva forte ao acordarmos
gratidão salta o peito pelas risadas, pelas estradas
O meu amado ao lado sonha calmo, o observo atenta
respirando o ar que sai do seu nariz. Tranquilo e feliz
Ramos de poesia já falou, regou a prosa
da longa história que tivemos nesse carnaval
Que durou mais quê o sono do meu bom rapaz.
"Rafaella Alencar"
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