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Mostrando postagens de julho, 2020

Allone, eu

Sou eu que ouço o saxofonista noite a dentro.  Cada nota musical que ele alcança rouba o aqui. Sou eu que sinto a solidão sagrada de ser O lugar se torna abstrato perto de estar E viver relevante ao que tange o tempo,  que sem pausa permite que a música toque e antes que acabe, preciso terminar esses versos Não é pressa pelo desconhecido ou competição  Ou sobre quem vive mais ou melhor  Apenas descobrir os sentidos que o outro te dar, enquanto não se é. A falta de letra não impede que o estrangeiro entenda as emoções do que quero transmitir. Sentir não exige contrato ou afirmação de padrões,  somente singela exemplificação de amor. Estou allone, solo, seul, sozinha Em inglês, espanhol, francês e português Todas as línguas estão sensíveis para que o EU seja o produto de encontro. Começa no EU o nós. Impossível ser par se não pode estar a sós.

Paixão

Paixão muito provavelmente é quando o número de suspiros e risos aumentam descontroladamente. E o amor?  Acho que estou afim de descobrir!