no emaranhado dos pensamentos que permeiam a mente
estranhamente a duvida se aloja no hipocentro
onde repetidamente tenta corroer sonhos, amizades e amor
um padrão a ser desconstruído, uma nota sobre o que já passou
nada é tão real quanto a realidade e nela por vezes somos covardes
fugindo do trauma, dos medos, dos sonhos, do outro, de nós.
repentinamente surge uma emoção, súbito ato de coragem
ser uma figura construída para se subverter dos costumes e valores
reprogramar o sistema e desencadear a brevidade intitulada do agora
entre rios e mares, sorrisos e lagrimas, o agora e o porvir
nada é tão real quanto sentir-se, permitir-se e amar-se
coragem para manter-se fiel a si e a quem es, até o fim.
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