Tão só, tão completa, tão eu.

A verdade sobre você só quem conhece é você.
Amar sua história, respeitar sua vivência, aceitar suas cicatrizes.
Se reconhecer forte e frágil, mulher e menina, racional e passional.



Viver confiante, viver astuta, sorrir sem reservas e observar com cautela.
Amar ao outro e jamais ter maior amor por este do que a si mesma.
Nascemos sozinhos, vivemos sozinhos, choramos em tantos momentos sozinhos, enfrentamos os  maiores medos sozinhos, pensamos que fosse o fim e lá estava nós; sozinhos.
As companhias são efêmeras, passageiras, e solitárias.
Nada do que esperamos do outro pode ser suprido, nada do que o outro deseja podemos suprir.
Somos intervalos momentâneos de encontros passageiros.
Somos um ser e isso tem que nos bastar.
Pois tão somente assim podemos entender o que é amar.

 O que acha disso? Concorda comigo? Já consegue? Está descobrindo isso também? 

Vou gostar de saber sua opinião. Deixe aqui nos comentários ou em nosso IG @br_mente


Comentários

  1. Super concordo. A auto descoberta é um processo, difícil no início, doce ao longo do caminho. Saudades de suas escritas!!

    ResponderExcluir
  2. Concordo! Ainda que seja inerente a nossa natureza a necessidade de interagir com o outro, de socializar, de viver em comunidade... Realmente há antes disso a importância de se amar, amar a própria companhia, estar bem consigo mesmo, para que as nossas relações com os outros sejam melhores!

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog